Pensando em o uqe disseram pra mim esses dias, sobre nunca brigar consigo, acho que acabei por chegar a uma conclusão.
O que parece muitas vezes é que imbutidos de uma moral, seja ela qual for - qualquer "ismo" serve - tendemos então a polarizar nossas ações. Para o bem e para o mal preenchemos critérios que agrupados e ponderados resultam em uma equação que então resulta em um julgamento.
Bom, mau, feio, belo, certo, errado, temos várias formas de caracterizar então o que faz ou não com que as coisas sejam aprazíveis, ou simplesmente mantenham uma acomodação, nos sentimos bem é lógico. Em alguns casos não é bem essa a verdade, o dado de realidade, a evidência- mesmo que esta seja um estado subjetivo, um sentimento. Este sentir nos desacomoda seja para felicidade, remorso, entusiasmo, medo etc. Nosso corpo reclama isso, ele fala, passamos a outro estado, diferente do anterior, então posso dizer que é válida essa abstração, a conceitualização do sentir como explicação do que eu estou tentando dizer.
Nosso caos, desacomodação para o rearranjo está baseado nos nossos critérios do que nos deixa feliz, ou triste, do que é certo, errado, na nossa moral, certo?
Eis o ponto onde queria chegar para a polêmica. Sabemos realmente o que é nosso de verdade? Podemos dizer que sim " ah claro, eu escolhi, sempre fui alguém ue fez por si mesmo". Não duvido nem um pouco, mas o que se coloca é a luta entre os valores culturais e nossa subjetividade fisiológica(se é que isso existe) mais básica, os instintos.
então as diversas diretrizes que são impostas à realização das nossas vontades mais básicas são os canalizadores que conseguimos criar para darmos conta de conceitos tais como ética e moral, que são na base da sociedade os alicerces da organização. Através desta temos um arranjo das diferenças que então podem conviver em paz, mas dentro da gente não sabemos ao certo quais das nossas escolhas foram realmente moldadas por nós e não foram apenas deglutidas como forma de aceitação de nossa incapacidade de questionamento do status quo.
Aqui não é simplesmente a criação de uma polêmica, mas sim da recriação dos conceitos que são verdadeiramente subjetivos, do respeito à nossa singularidade, que em instância macro é o que podemos compartilhar como raça humana, aquilo que nos diferencia e nos transforma em iguais.
Mas onde ficam as brigas nesse meio todo?
Talvez no fato de não sentirmos que ainda estamos presos aquilo que deveríamos dizer "sim"mas com medo, de parecer egoísta demais dizemos "não".
Não estou falando de individualismo, mas sim de consciência do que escolhemos, seja ele o que for, baseados em conceitos como bom, mau, feio, amistoso, agradável ou qualquer outra caixa chamada palavra, que achamos para explicar as situações.
O que parece muitas vezes é que imbutidos de uma moral, seja ela qual for - qualquer "ismo" serve - tendemos então a polarizar nossas ações. Para o bem e para o mal preenchemos critérios que agrupados e ponderados resultam em uma equação que então resulta em um julgamento.
Bom, mau, feio, belo, certo, errado, temos várias formas de caracterizar então o que faz ou não com que as coisas sejam aprazíveis, ou simplesmente mantenham uma acomodação, nos sentimos bem é lógico. Em alguns casos não é bem essa a verdade, o dado de realidade, a evidência- mesmo que esta seja um estado subjetivo, um sentimento. Este sentir nos desacomoda seja para felicidade, remorso, entusiasmo, medo etc. Nosso corpo reclama isso, ele fala, passamos a outro estado, diferente do anterior, então posso dizer que é válida essa abstração, a conceitualização do sentir como explicação do que eu estou tentando dizer.
Nosso caos, desacomodação para o rearranjo está baseado nos nossos critérios do que nos deixa feliz, ou triste, do que é certo, errado, na nossa moral, certo?
Eis o ponto onde queria chegar para a polêmica. Sabemos realmente o que é nosso de verdade? Podemos dizer que sim " ah claro, eu escolhi, sempre fui alguém ue fez por si mesmo". Não duvido nem um pouco, mas o que se coloca é a luta entre os valores culturais e nossa subjetividade fisiológica(se é que isso existe) mais básica, os instintos.
então as diversas diretrizes que são impostas à realização das nossas vontades mais básicas são os canalizadores que conseguimos criar para darmos conta de conceitos tais como ética e moral, que são na base da sociedade os alicerces da organização. Através desta temos um arranjo das diferenças que então podem conviver em paz, mas dentro da gente não sabemos ao certo quais das nossas escolhas foram realmente moldadas por nós e não foram apenas deglutidas como forma de aceitação de nossa incapacidade de questionamento do status quo.
Aqui não é simplesmente a criação de uma polêmica, mas sim da recriação dos conceitos que são verdadeiramente subjetivos, do respeito à nossa singularidade, que em instância macro é o que podemos compartilhar como raça humana, aquilo que nos diferencia e nos transforma em iguais.
Mas onde ficam as brigas nesse meio todo?
Talvez no fato de não sentirmos que ainda estamos presos aquilo que deveríamos dizer "sim"mas com medo, de parecer egoísta demais dizemos "não".
Não estou falando de individualismo, mas sim de consciência do que escolhemos, seja ele o que for, baseados em conceitos como bom, mau, feio, amistoso, agradável ou qualquer outra caixa chamada palavra, que achamos para explicar as situações.
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